7 de abril: dia do jornalista
E não é que nós também não temos um dia? Ok, não significa lá grande coisa, mas já que o temos, é uma ocasião para memórias e até mesmo algum riso ou piada em comemoração.
Comemorar ou não é um simples ponto de vista. A velha questão do copo meio cheio ou meio vazio. Estamos em uma profissão onde se pode correr muitos riscos, as responsabilidades são enormes e as regras do jogo muito tênues. Onde o tal do reconhecimento se dá mais pelos erros do que pelos acertos, já que acertar é obrigação e o status procurado por muitos é um sonho que morre pelo meio do caminho a medida em que o “voto de pobreza” desanima a muitos.
É uma profissão difícil, desvalorizada, mas fundamental mesmo que muitos não pensem dessa forma. Sem imprensa, uma sociedade estará irremediavelmente limitada a desmandos e versões. Seja lá qual for o estereotipo jogado sob suas costas, ela reflete uma época e seus reflexos.
E nada mais prosaico para o dia do jornalista que o excesso de pautas. Esse 7 de abril foi movimentado, porém infelizmente sua marca foi a de tragédia e sangue. Se algo render humor em nossa classe neste dia certamente será um mero esgar, por algo acontecido nos bastidores e muito longe do assunto protagonista das rodas de conversas de hoje. Aliás, assunto esse que será uma oportunidade e tanto de analisar o trabalho dos veículos de comunicação a quem dispor de um pouco de frieza.
É, jornalista. Esse realmente é o seu dia.
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1 Comentário:
nosso dia foi marcada pela tragédia no Rio de Janeiro e mais um Tsunami no Japão..além das pautas rotineiras, como acidentes, prisões, políticos corruptos...
Parabéns. foi o melhor que li hoje.
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