sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A jornada de uma leitora: O Diabo Veste Prada

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últimas para separar 876 Misericórdia… mal começa 2010 e a criatura já está falando de livro… DE NOVO!

Sim, meus caros amigos. Já estou falando em livro. Para ser sincera, eu terminei ele há uns dois dias, mas a idéia de escrever um post de ano novo me fez ignorar essa tarefa prazerosa. E eis que estou aqui agora, escutando “Suddenly I see” de K.T. Tunstall, que faz parte da trilha do filme só pra entrar no clima.

E, só pra constar, vou falar um pouco do filme também, ok? Não dá pra falar de um sem falar do outro.

 

O Diabo Veste Prada

O livro é excelente. É a primeira coisa a ser considerada. Mas nunca, jamais e em tempo algum esperem encontrar aquilo que se vê no filme. Se alugar o DVD pensando que vai encontrar o livro, ou ler crendo que encontrara o filme, espere sentado. Isso não vai acontecer.

image - Espero que tenha uma boa desculpa para esse erro intolerável, *insira seu nome aqui*

 

Estou falando sério. Não reparei bem nessa parte dos créditos iniciais do filme, mas provavelmente era algo do tipo livremente inspirada em(…). Eu vi o filme antes de terminar o livro. Quer dizer, estava fazendo as duas coisas quase ao mesmo tempo. E mesmo estando apenas na página 20 já dava pra perceber que ambos tomariam rumos completamente diferentes.   

Miranda Priestly no filme e no livro parecem ser pessoas completamente diferentes, embora o nível da auto estima seja semelhante. Auto estima = modéstia zero, ok?  Em como todo filme normal – pelo menos os de comédia – ela surge como uma caricatura e sua arrogância é elevada à potência infinita.

O mesmo pode ser dito sobre os amigos de Andrea Sachs, que é a protagonista. Pelo menos ela continua no mesmo ritmo do livro, embora suas atitudes sejam diversas.

image  Um dia normal de trabalho na vida de Andrea Sachs

E os finais… ah, os finais! Não espere que o livro seja tão nobre quanto o filme. Filmes são onde as histórias quase impossíveis acontecem sem que praticamente ninguém as questione – pelo menos até o fim da década de 90. Lugares onde pessoas como Chuck Norris e cia fazem a festa. Se no filme a mocinha teve um final feliz, no livro as coisas são bem menos cor de rosa.

Pelo menos eu, na minha modesta opinião, não creio que um foda-se seja uma maneira adequada de sair do emprego. Não de uma mocinha de filme. Talvez por isso mesmo eu tenha gostado mais do livro.

Sério: o livro é melhor do que o filme. Não que eu não tenha gostado de ver Meryl Streep na pele da glamourosa e adorável Miranda, e Anne Hathaway como Andrea em seu dia calmo, rotineiro e previsível de trabalho. Mas nada supera o que acontece no livro. Não que eu exija realidade em obras de ficção - ou no caso de O Diabo veste Prada, nem tanta ficção assim – mas no filme, é cor de rosa demais!

Vale a leitura, com certeza.

Hummm… qual será o próximo livro?  

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4 comentários:

Anunciação disse...

Falar de livros,pq não?Adoro e,pra ser sincera nem sabia que havia um livro,rs.Vou ler,com certeza.O filme só fui ver na globo esse fim de ano;coincidentemente minha filha havia me presenteado com o dvd dias antes mas ainda não havia assistido.E continue a falar de livros.

Gilberto disse...

Hello!!

Já assisti ao filme, mas nunca tive a oportunidade de ler o livro! Vou rapidinho dar um jeito de ler, fiquei curioso!!

Abs..

E fale sempre de livros!

Fernanda Eggers disse...

Ah, eu já li o livro e vi o filme. E, pela primeira vez, fiz na ordem "errada": vi o filme primeiro e, aí, quis o livro. Achei os dois muito legais e nem achei o fim do livro exatamente negativo para ela, mesmo sendo algo bem diferente do filme.

Renata Luna disse...

Achei o filme bem engraçado. Adoro Streep e Hathaway. Fiquei bem curiosa pra ler o livro. Minha casa vai virar uma biblioteca...

Ainda assim, continue a falar sobre livros.

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