Michael Jackson: a despedida.
Ok, prometo que vai ser a última vez que vou falar sobre esse
assunto.
Tá, não prometo nada, mas vou tentar.
Esse post não tem nada a ver com uma análise jornalística do assunto e nem pretendo me posicionar dessa forma hoje. Estou escrevendo como fã, da mesma forma que sempre fui.
E ontem creio que tenha sido o ápice, com aquele tributo, mesmo tendo acontecido praticamente duas semanas após sua morte.
De início pensei que seria um circo, mas não foi o que eu vi. Erro de julgamento, causado por tantas contradições quanto à divulgação do evento.
Parecia um megashow, mas não conheço nenhum que manteve 20 mil pessoas caladas ou entregues a um choro ou uma celebração de vida. E não havia como não se emocionar diante daquilo: fosse da chegada do caixão, do próprio silêncio, de músicas tocadas e do choro de uma criança.
Acho que as lágrimas seriam inevitáveis de qualquer forma, e não pude contê-las ao ouvir “Will you be there” na voz de Jennifer Hudson.
Muito menos diante das palavras e do choro de sua filha Paris:
Ouviremos por aí que, assim como Elvis, Michael Jackson não morreu. E também muita teoria da conspiração, como sempre acontece. Mas, fico com as palavras de seu irmão, Marlon Jackson, que resume bem o que talvez seja o sentimento popular.

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Postado por Emanuelle Najjar, jornalista.
Tá, não prometo nada, mas vou tentar.
Esse post não tem nada a ver com uma análise jornalística do assunto e nem pretendo me posicionar dessa forma hoje. Estou escrevendo como fã, da mesma forma que sempre fui.
E ontem creio que tenha sido o ápice, com aquele tributo, mesmo tendo acontecido praticamente duas semanas após sua morte.
De início pensei que seria um circo, mas não foi o que eu vi. Erro de julgamento, causado por tantas contradições quanto à divulgação do evento.
Parecia um megashow, mas não conheço nenhum que manteve 20 mil pessoas caladas ou entregues a um choro ou uma celebração de vida. E não havia como não se emocionar diante daquilo: fosse da chegada do caixão, do próprio silêncio, de músicas tocadas e do choro de uma criança.
Acho que as lágrimas seriam inevitáveis de qualquer forma, e não pude contê-las ao ouvir “Will you be there” na voz de Jennifer Hudson.
Muito menos diante das palavras e do choro de sua filha Paris:
- Desde que nasci, ele foi o melhor pai do mundo. Só quero dizer que eu o amava muito.Agora, realmente Michael se foi. Para quem precisava de uma despedida, está aí. Tudo bem, que haverá milhares de lendas urbanas e perguntas a serem respondidas, tanto por causas de sua morte, ou das polêmicas de sua vida.
Ouviremos por aí que, assim como Elvis, Michael Jackson não morreu. E também muita teoria da conspiração, como sempre acontece. Mas, fico com as palavras de seu irmão, Marlon Jackson, que resume bem o que talvez seja o sentimento popular.
- "Nós nunca vamos entender como foi difícil para ele não poder atravessar uma rua sem que uma multidão formasse ao seu redor. Como ele foi julgado, ridicularizado, quanta dor é possível aguentar. Talvez agora, Michael, as pessoas te deixem em paz"Quem sabe? Tomara que sim. Depois de tudo, paz seria o mínimo.
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Postado por Emanuelle Najjar, jornalista.
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1 Comentário:
Oi, obrigado pelo comentario e visita no meu humilde reino. Aproveitando pra te convidar pra participar da minha rede social do ning. e nem vem com desculpas e nhém nhém..ahahahha.voce vai curtir. vamu colocar aquilo pra sacudir.
ok?
óia o link
http://surtoseabsurdos.ning.com/
TE ESPERO LA.
ABRAÇOS
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